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O impacto da pandemia em diferentes mercado

Muito se publica sobre os impactos passados, presentes e futuros da pandemia nos diversos mercados no contexto nacional e global. Pessoalmente considero impossível ter um quadro completo somente com os esforços próprios para nos mantermos atualizados.

Desta forma, este texto se propõe a ser um pequeno “dashboard’ para que você mesmo(a) forme a sua opinião:

O Mercado Imobiliário
De acordo com Cristiano Rabelo, CEO da Prospecta Inteligência Imobiliária, a incerteza deve continuar pairando no setor a curto e médio prazos. Acredita em uma recuperação de médio prazo com a ajuda dos canais via Web.

Também destaca que os empreendimentos de baixo padrão devem continuar com tendência à inadimplência dada a perda da capacidade de compra de muitos brasileiros de baixa renda, sendo o reflexo é pontual.

O Mercado de Ações
A instabilidade “incerta” nos mercados financeiros globais tem reforçado a aposta de queda em bolsas de valores em todo o mundo todo. Na B3, o pessimismo dos investidores aqueceu a demanda pelo aluguel de ações, operação típica de momentos de turbulência. Alternativamente conhecida como “venda a descoberto”, o aluguel é bem característico de momentos em que o sentimento do mercado é de baixista, ou seja, de aposta na queda.

Entretanto, este tipo de operação exige um preparo diferenciado do investidor, e deve ser evitado pelos iniciantes.

Mercado de Commodities (Petróleo e Ouro)
O grupo Goldman Sachs, uma das vozes mais influentes de Wall Street na negociação de commodities, destacou que o consumo de gasolina mostrou tendência de subida, e de maneira constante, apesar da disparada nos estoques de destilados. Como é um dos componentes mais importantes do petróleo, o produto deve mostrar reação.

No caso do ouro, uma semana depois de ter sido castigado pelo melhor relatório de empregos em três meses nos EUA (1ª semana de Junho/20), seu preço voltou à faixa de US$ 1.700.

Mercado de Renda Fixa
O Boletim Focus de 15/Jun passado, relatório divulgado pelo Banco Central (BC) que sumariza as expectativas de agentes do mercado, permanece com a estimativa de que a taxa básica de juros da economia (SELIC) terminará o ano na casa dos 2,25%.

Entretanto, após 13 semanas consecutivas de quedas, a estimativa pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste mesmo documento foi elevada para 1,60% ao final de 2020.

E para você que quer saber mais sobre os diferentes tipos de riscos que seus investimentos correm, acesse os meus conteúdos neste link sobre Gestão de Riscos Financeiros aqui na Conta-Mais!

Te vejo lá.

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